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    Educadores ampliam conhecimento de alunos com ensino da língua de sinais

    Escola Municipal Carmelita Gama, na Cidade Universitária, foi escolhida como polo para o projeto em Maceió

    Nesta quinta-feira (23), em que é celebrado o Dia Internacional da Língua de Sinais, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) tem muito o que mostrar sobre o que é feito para ampliar a visibilidade e a inclusão da pessoa surda. Uma dessas ações é a “Horinha da Libras”, em que educadores bilíngues da Escola Municipal Maria Carmelita Cardoso Gama, localizada na Cidade Universitária, parte alta de Maceió, dinamizaram o aprendizado de libras como a segunda língua para os alunos ouvintes da unidade de ensino.

    O projeto já conta com oito publicações desde o primeiro lançamento, ocorrido em julho deste ano. Os vídeos, lançados semanalmente, são compostos por elementos visuais que atraem a criança, conforme explica a coordenadora do projeto, a professora e instrutora Meire Pereira.

    Anthony Araújo, Luiz Carlos e Victoria Sophia são alguns dos alunos surdos da unidade de ensino. Foto: Julita Bittencourt/Ascom Semed

    “Temos uma equipe de seis profissionais, cinco intérpretes e uma professora. Nós usamos muitos recursos visuais para deixar o conteúdo mais dinâmico, atrativo e lúdico, já que o público alvo são os alunos ouvintes”, explicou Meire.

    Ainda de acordo com a coordenadora, a ideia surgiu após a unidade de ensino, que tem 13 alunos surdos matriculados no Ensino Fundamental I, do 1° ao 5° ano, ser escolhida como piloto do projeto de ensino bilíngue na rede municipal. Há, ainda, mais duas escolas que aderiram ao projeto, a Doutor José Haroldo da Costa, no Tabuleiro do Martins, e a Nosso Lar I, na Ponta Grossa.

    “A ação surgiu pela necessidade de difundir libras nas turmas regulares da escola e proporcionar uma melhor interação entre os alunos surdos e ouvintes da unidade, já que a Carmelita Gama foi selecionada para ser a escola piloto de ensino bilíngue”, continuou Meire. Ela explica, ainda, que os vídeos são enviados pelos professores para todos os alunos da escola.

    Confira um dos vídeos publicado pelos educadores:

    A coordenadora e instrutora destaca que o projeto tem tido uma grande adesão por parte dos alunos. “O professor compartilha conosco as produções que as crianças estão fazendo. Algumas delas fizeram vídeos dizendo o nome ou a idade em libras. Então, está sendo um trabalho bem legal, porque os alunos estão gostando de aprender.”

    Uma dessas alunas é Viviane dos Santos, de apenas 8 anos, do 2º ano da escola. Ela tem interagido com vídeos em libras. Confira:

    Julita Bittencourt (estagiária) / Ascom Semed





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