Investigação da Polícia Civil do Ceará resulta na prisão no Paraguai de suspeito de furto milionário em joalheria em Fortaleza

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Uma investigação da Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE), com apoio da Polícia Federal, da Interpol e colaboração do Comando Tripartite, colocou um ponto final, nesse domingo (26), na fuga de um colombiano, suspeito de participar de um furto milionário ocorrido em uma joalheria em um shopping no bairro Edson Queiroz, no último dia 25 de junho. A prisão ocorreu em Luque – cidade vizinha de Assunção, capital do Paraguai – onde o suspeito já se preparava para fugir para outro país.

Foram presos Andrés Manuel López Paraquiva, 37 anos, e sua esposa, identificada como Cláudia Patrícia Barona Pajar, 48 anos, ambos de nacionalidade colombiana. A captura dos suspeitos ocorreu no Aeroporto Silvio Pettirossi, em Luque, no Paraguai, e foi realizada por fiscais do Posto de Controle de Imigração. Contra os suspeitos existia um sinal de alerta vermelho da Interpol e mandado de prisão no Brasil por furto qualificado em desfavor de Andrés Manuel, decorrente de investigações desenvolvidas pela Polícia Civil cearense. Já contra Patrícia Barona, existia mandado de prisão em aberto da Justiça de São Paulo pelo crime de roubo.

As investigações, realizadas há três meses pela PC-CE, apontaram que após fugir do Brasil, os suspeitos entraram em solo paraguaio de forma irregular por meio da Ponte da Amizade, entre as cidades de Foz do Iguaçu, no Paraná, e a cidade paraguaia de Ciudad del Este. Verificados os antecedentes, os agentes da imigração notificaram as autoridades do Departamento de Polícia Nacional da Interpol, para a transferência e entrega à Polícia Federal, em cumprimento aos mandados de prisão no Brasil.

Equipes da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) da Polícia Civil do Ceará embarcaram nesta segunda-feira para recambiar os presos para o Ceará. O retorno deles deve ocorrer até o final da semana.

Compartilhamento de informações

Para a prisão dos suspeitos, a Polícia Civil teve apoio da Polícia Federal e da Interpol, que colocaram o alerta vermelho sobre os alvos. Já o Comando Tripartite – que pode ser conceituado como mecanismo formal de cooperação policial internacional local, existente na região da Tríplice Fronteira, que congrega instituições policiais e de inteligência de Argentina, Brasil e Paraguai – colaborou para a localização deles.





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