Controladoria-Geral do Estado vistoria a Escola Superior da Polícia Civil

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A Controladoria-Geral do Estado (CGE) vistoriou na Escola Superior da Polícia Civil (ESPC) o trabalho desenvolvido no curso de formação de Escrivães de Polícia quanto às medidas de proteção impostas pela pandemia da Covid-19. A vistoria, ocorrida na semana passada, faz parte do cronograma da Diretoria de Inteligência e Informações Estratégicas (DIIE), da CGE, de aumentar a aproximação com os servidores. As coordenadorias de Corregedoria e de Integridade e Compliance participaram da vistoria. “A Escola buscou inovar nas práticas de ensino para cumprir seu papel, mesmo num período de dificuldades em decorrência da pandemia. Os novos policiais vão reforçar a segurança dos paranaenses em todo o estado”, avaliou Daniel Berno, diretor de Inteligência e Informações Estratégicas da CGE.

HORAS/AULA – A Escola Superior formou 182 escrivães, que cumpriram mais de 900 horas/aula entre janeiro e agosto, além de estágio nas delegacias de polícia. O diretor, o delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura, mostrou a estrutura e explicou as metodologias e procedimentos usados, com novos recursos pedagógicos e tecnologia, para formar os novos policiais civis, com eficiência e segurança.

As aulas tiveram parte da carga horária na modalidade à distância, e as disciplinas com conteúdo essencialmente prático, como Uso Legal da Arma de Fogo, Defesa Pessoal e Operações Policiais, foram presenciais. “Foram instalados dois estúdios para serem utilizados como salas de aula virtuais de EAD, onde as aulas foram ministradas pelos professores online, em tempo real, possibilitando a interação com os alunos”, explicou Cartaxo.

Quanto às aulas presenciais, o diretor informou que foram criados protocolos rígidos de segurança sanitária, com fracionamento de turmas, preferência por espaços abertos e monitoramento de casos suspeitos de Covid-19.

O coordenador da Corregedoria da CGE, Marçal Albuquerque, disse ser importante para a CGE conhecer boas práticas desenvolvidas pelos órgãos públicos. “As experiências bem-sucedidas podem, eventualmente, servir de base para as recomendações difundidas pela CGE para toda a administração estadual”.

Murillo Santos, coordenador de Compliance da CGE, acrescentou que o sucesso do curso de formação é exemplo de como a inovação pode contribuir para o controle de riscos na gestão pública e aprimorar o trabalho em benefício da sociedade.

Participaram ainda da visita os assessores da CGE Gustavo Bayer e Nicolas Peixoto.





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