A máquina de fusões e aquisições chamada Rede D’Or

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Como bem disse o relatório do BTG Pactual, a Rede D’Or é uma “máquina de fusões e aquisições a todo vapor”. Após ter concluído o seu IPO em há quase um ano, a empresa manteve uma agenda de M&As desafiadora, com a meta de adquirir mil leitos por ano nos próximos cinco anos. No entanto, esta meta deve ser superada facilmente.

Desde que as ações da Rede D’Or foram listadas na Bolsa de Valores, em dezembro de 2020, a companhia anunciou a compra de 13 ativos e cerca de 2 mil leitos hospitalares — e conseguiu adicionar 4 estados à sua cobertura nacional.

O último movimento que mostra como a agenda de aquisição da Rede D’Or está a toda foi a compra do Hospital Aeroporto, em Lauro de Freitas – BA, pelo valor de R$230 milhões.

O BTG avalia que o valor da empresa implica em um “múltiplo atraente” de R$ 2,7 milhões / leito (R$ 1,15 milhão incluindo plano de expansão), ligeiramente acima dos negócios do setor anteriores, mas abaixo da premissa de capex de M&A em nosso modelo (R$ 3,5 milhões / leito).”

Além disso, o relatório explica que a Rede D’Or já possui quatro hospitais no estado, “por isso acolhemos esta mudança, uma vez que melhora sua exposição à Bahia, um estado conhecido por seu grande déficit em número de leitos privados.”

A Rede D’Or (RDOR3) registrou um lucro líquido de R$ 378,1 milhões no terceiro trimestre de 2021, alta de 8,2% em relação ao lucro líquido de R$ 349,6 milhões do mesmo período do ano passado. No período de julho a setembro, a Rede D’Or também registrou novo recorde de Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), de R$ 1,256 bilhão. Trata-se de um crescimento de 26,6% frente ao 3T20.



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