Doença pode causar várias complicações e ainda é pouco conhecida no Brasil

Publicado em 30/06/2022 – 10:00

Brasília (DF) – A Comissão de Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara realizou, na última terça-feira (28), audiência pública para falar sobre a síndrome de Ehlers-Danos. Participaram, os deputados federais Diego Garcia (Republicanos-PR), solicitante da reunião, e Maria Rosas (Republicanos-SP), que mediou o debate.

Defensora da causa, a republicana solicitou a coautoria do Projeto de Lei n°4817/19, que cria uma política de atenção integral para pessoas que possuem a síndrome. O relator é o deputado Diego Garcia.

Não existem dados exatos sobre o número de pessoas que possuem a Síndrome de Ehlers-Danlos no Brasil. A enfermidade é um grupo de doenças que afetam os tecidos conjuntivos do corpo, como a pele, ligamentos e as articulações, causando a elasticidade da pele, hemorragias, dores articulares, lesões articulares e fadiga. Em alguns casos, a SED é confundida com outras doenças, como fibromialgia, por semelhança dos sintomas. O tratamento incorreto inclusive, pode levar a piora do quadro de saúde do paciente.

Durante o evento, também foi tratado sobre a Síndrome de Hipermobilidade, que tem características parecidas com a Ehlers-Danlos, pode ter origem tanto de forma hereditária como ser contraída por conta de vários anos de treinos, causando dores articulares, lesões musculares e mudanças na pele.

Texto: Ascom – deputada federal Maria Rosas
Fotos: cedidas

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